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O conteúdo de um evento corporativo é sempre uma resposta, uma solução para demandas internas, e justamente por isso é um trabalho que precisa ser autônomo e independente, realizado pela própria empresa contratante. As perguntas internas que uma marca precisa responder à seus colaboradores, por exemplo, não é algo que deva estar em concorrência, abertas ao mercado, terceirizadas em uma das tantas planilhas onde há cenário, iluminação, catering, equipe de segurança, etc. O conteúdo de um evento está intimamente ligado a um briefing, a uma exposição de todas as expectativas e necessidades de uma empresa, envolve metas, resultados, valores, e essa função deve sempre ser tratada direta e internamente. A escolha e gestão de conteúdo não é algo que deva ser delegado à outrem, concorrências ou até mesmo em pesquisas de mercado, quando uma empresa solicita à três ou quatro fornecedores listas de nomes e valores, ou quando uma agência agindo em nome de uma empresa o faz, reduz o potencial de percepção, inovação e possibilidade de solução.

Nosso expertise é atuar no mercado D2C - Direct to Consumer, prestando um serviço de curadoria de conteúdo para eventos corporativos. Não queremos sugerir palestrantes que atendam briefings generalizados ou de poucas palavras: Transformação, Mudança ou Motivação. Um briefing de duas palavras não nos satisfaz.

Em 2020, intermediar só faz sentido quando agrega valor, inovando, solucionando e colocando seu expertise à disposição do contratante para a resolução de problemas e fazendo da sua meta o atingimento da meta de seus clientes.

Palestrantes, mediadores ou mestre de cerimônias, por exemplo, não são commodities como há muito o mercado tem apresentado. Um palestrante, por seu conteúdo, não pode ser enquadrado em um único tema, ainda mais ultra simplificado como “motivacional” por exemplo, ou que trate de mudança ou de transformação.

Conteúdos são mais profundos, isso significa que as expectativas, necessidades e resultados esperados pelas empresas quando contratam palestrantes são mais profundos também, afinal, a régua é  o consumo de conteúdo sob demanda, espontaneamente as pessoas buscam e acessam repertórios que possam diretamente servir ao aprimoramento e desenvolvimento pessoal e profissional de cada um.

O processo quando conduzido por um especialista em curadoria de conteúdo é em todos os sentidos uma decisão eficiente. Reduz custos de contratação, não somente pela eliminação de intermediários mas pela possibilidade de negociações e ajustes. Reduz tempos e prazos, pela assertividade, personalização e qualidade das soluções apresentadas por fim, gera resultado, por atender a uma demanda percebida de seus colaboradores.

Não é uma escolha da qual uma empresa possa se privar e “automatizar” – colocar em concorrência – terceirizar – mas sim, direcionar seu foco e energia para um processo simplificado, priorizando as opções que realmente importam.