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Como Acertar na Escolha do Palestrante  ?

November 5, 2017

Ter um palestrante em seu evento de final ou início de ano não é uma tarefa fácil, nessa hora, apostar na opinião de especialistas é sempre a opção mais segura. 

Guerras sempre deixam seus legados. Muitas das tecnologias que utilizamos hoje e sem as quais talvez nem consigamos mais nos imaginar vivendo sem, vieram da guerra. As guerras fomentam a indústria tecnológica, e muitas máquinas e serviços criados nessas situações, acabam sendo incorporadas por todos nós anos ou décadas depois. É o caso do micro-ondas, por exemplo, ou do GPS, dos antibióticos, e por aí vai. Esses últimos, obviamente já existiam na Segunda Guerra Mundial, mas foi ali que a penicilina passou a ser produzida em massa pela primeira vez. Assim como as guerras, as crises também transformam pessoas, empresas, pensamentos e culturas.

 

Há uma frase atribuída à John Kennedy que diz: “Quando escrita em chinês, a palavra crise compõe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade.” E se teve um mercado que aprendeu a se reinventar com a crise, esse mercado é o de palestras.  

 

Estando exatamente nesse elo entre empresas e palestrantes, que percebemos muito claramente como o mercado impulsionou isso, os contratantes forçaram esse tipo de prestadores de serviços a uma evolução, não só de forma, mas principalmente de conteúdo.

 

A primeira etapa dessa triagem, é exatamente a financeira. Há uns 3 ou 4 anos, a grande maioria de nós, empresários, já não contava mais com altas verbas disponíveis de contratação. O orçamento para eventos corporativos para pequenas, médias e grandes empresas reduziu significativamente, e já não fazia mais sentido contratar aqueles palestrantes acostumados a nadar de braçada nos contratos de 70... 80 mil reais, curiosamente, as palestras de valores absurdos, são as mais vazias de conteúdo que eu já assisti, e olha que meu trabalho é justamente esse, mediando a contratação de palestrantes, assisto, no mínimo, 10 palestras por semana, para todos os públicos, para todos os objetivos, temas, locais e variáveis que se possa imaginar.

 

Assim, da mesma forma que à produtores e agências coube a função de buscar soluções mais baratas pra fazer um evento acontecer, coube à nós, curadores de palestras, descobrir novas opções, conteúdos melhores e resultados mais efetivos. E já nos eventos de 2014, foi preciso inovar mais, pesquisar mais, aumentar o repertório de temas e nomes. Aqueles três ou quatro nomes de sempre, com as mensagens de sempre, uma autoajuda disfarçada de palestra com slides de sangue suor e lágrimas já não surtiam mais tanto efeito. E a causa disso, é o acesso ao conhecimento, é o acesso à informação que temos cada dia mais.

 

Podemos ler artigos fantásticos, assistir vídeos com conteúdos absurdos, profundos, consistentes, podemos debater nossas ideias e conceitos nas redes sociais, seja ela qual for, de Facebook à Linkedin. E essa foi justamente a segunda etapa dessa triagem, que separou os palestrantes da vez dos palestrantes de conteúdo, o que mudava agora, era quem estava sentado ali, assistindo tudo isso, a plateia. Já não bastava mais ser famoso, ter um livro de sucesso, ter algumas medalhas no peito, subir num palco agora, e palestrar, demandava conteúdo, conhecimento e sinergia.

 

O mundo corporativo hoje utiliza termos e pratica conceitos que há alguns anos não eram sequer conhecidos do grande público. Motivação passa a ter um sentido diferente, e as palestras vazias com mensagens de “você quer, você pode, você consegue” já não impactavam mais ninguém, e posso te garantir, daqui, a gente vibrava com isso.